Descrição
Milhões de brasileiros não possuem certidão de nascimento e vivem à margem do sistema jurídico, invisíveis para o Estado. Quando morrem, essa invisibilidade persiste: corpos são registrados como indigentes e histórias permanecem fora dos arquivos oficiais. Este livro propõe uma imersão técnica e humanista sobre como transformar a exclusão institucional em reconhecimento administrativo. Parte da premissa de que a dignidade da pessoa humana não se esgota com a morte biológica, projetando-se na memória, na identidade e na trajetória existencial. Em diálogo com o direito constitucional, civil e humanos, afirma o dever de memória à luz do pensamento de Cançado Trindade sobre o “projeto pósvida”.


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