Descrição
Nesta obra, investigo como os seres humanos desenvolvem a capacidade de julgar comportamentos a partir de normas. Exploro o problema sob a perspectiva de três programas de pesquisa nativistas. O primeiro defende a existência de uma gramática moral universal. O segundo sustenta a existência de domínios morais relacionados a módulos mentais específicos. Por fim, o terceiro consiste em modelos epidemiológicos, segundo os quais estruturas cognitivas provocariam vieses na transmissão das normas. A partir dessa análise, defendo que tais programas não apresentam boas justificativas para sustentar a existência de estruturas cognitivas dedicadas especificamente à produção de julgamentos morais.






